Tive a melhor infância que alguém pode ter tido. Era maravilhoso acordar e saber que ia brincar o dia inteiro: pique-esconde, pé na bola e todas aquelas brincadeiras infantis. Mas o bom era futebol, ainda mais quando o campo é na sua casa e você é o dono da bola. Minha maior felicidade era quando saía da escola na sexta e via o Henrique esperando lá no portão com a minha mãe, era sinal de que ele ia dormir na casa da ‘vó’ e que o final de semana ia ser bem divertido. Dona Cota xingando por causa do barulho e a vó reclamando por causa do jardim. Ah, o jardim! Henrique, Adriana e Glauber eram meus melhores companheiros. (o Vilson, outro grande amigo morava em Campos do Jordão, ainda) Crescemos juntos, brincávamos de tudo que se pode imaginar (até arremesso de chinelo, né Rique e Dri).Era maravilhoso. Felicidade plena. Alegria e a pureza de ser criança. No final do ano, a festa era maior, porque aí se juntavam nossos tios e dezenas de primos (Michelly, Erica, Jaque, Everton, Ronalt e tantos outros) Família enorme, alegre e feliz.Era simplesmente maravilhoso.Crescemos e cada um tomou um rumo diferente. Cada um foi cuidar da sua vida.Já não temos o campinho de futebol, o jardim da vó não é o mesmo. Já não temos a Vó, que ta lá em cima olhando por todos nós, mas ainda temos a casa da vó, que vai ser sempre a casa da vó (apesar de agora ser só do ‘Vô’).E que vô - Grande Sô Adolfo Feitor. Lá vamos nos divertir, lembrar o passado, contar as novidades e esperar o futuro.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário